Outrora habitada pelo povo ryokyu, a civilização mais remota das ilhas, povo de paz que tentou lutar com os invasores como a Coreia, a China e até os Estados Unidos dotados apenas de sua arte marcial, o Karate.
Não foram muito bem sucedidos, como seria de esperar contra invasores tão bem apetrechados e acabaram por se deixar invadir em nome da paz e do fim das guerras, conseguindo apenas manter a sua identidade japonesa intocável, "invadidos mas sempre orgulhosamente japoneses" e aqui, em Cape Hano, ergueram o monumento à paz para que nunca se esquecessem, nem eles, nem os invasores.
O galo de Barcelos estapafúrdio, era em honra da ilhota mais a norte que se via no horizonte, ainda hoje santuário da cultura Ryokyu.
Logo a seguir à aula de história, geladinho artesanal de "Benimo", batata vermelha como chamam aqui à batata doce.
Acabámos por dormir no freakmobil transformado em autocaravana aonde nos depedimos do sol.
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