sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Mantivemo-nos de molho em água doce.

Os dias que se seguiram foram sem sal, mantivemo-nos no rio e em busca das cachoeiras de que tinhamos ouvido falar. Ainda encontramos algumas, mas não foi fácil, avistávamos as barragens mas não decobria-mos como lá chegar, e no desespero, foi num parque ao abandono que nos passámos por água.
Desistimos um bocadinho para nos deliciarmos com um caril num boteco que nos tinha sido indicado por um amigo japonês em Portugal muuuito bem situado no meio da mata virgem, e só ao final do dia chegámos à tão desejada catarata, para nosso desgosto um bocadinho cheia de americanos já que era sábado, dia de folga lá na base. Pusemos os preconceitos de lado, eles também precisam de diversão, né? E sai o tão desejado mergulho.
Nessa noite fomos dormir ao Parque Natural, e como as reservas e o pagamento eram a 3km (todos os japoneses vão lá tratar das inscrições e pagar) lá dormimos à penetras bem ao estilo portugûes sem um único guarda que nos pudesse vir levantar problemas.
Foi bom ver o chalé de novo montado.










1 comentário:

  1. Ora aqui está um banhinho a que eu também posso ter acesso. Mas apenas a este.
    Beijinhos
    Bela

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