Eram bem patentes os vestígios de portugueses na cidade e a bateria da câmara digital acabou mesmo antes da visita ao monumento em memória das vítimas do bambardeamento, edificado perto do epicentro da explosão atómica, um momento alto da nossa visita à cidade que, por respeito, acho que mereceu não ser fotografado.
domingo, 30 de agosto de 2009
Nagasaki
Passados 438 anos da chegada dos portugueses a Nagasaki, 373 anos da sua expulsão e 64 anos e um dia depois bombardeamento atómico pelos americanos, nós chegamos a Nagasaki.
Eram bem patentes os vestígios de portugueses na cidade e a bateria da câmara digital acabou mesmo antes da visita ao monumento em memória das vítimas do bambardeamento, edificado perto do epicentro da explosão atómica, um momento alto da nossa visita à cidade que, por respeito, acho que mereceu não ser fotografado.






























Eram bem patentes os vestígios de portugueses na cidade e a bateria da câmara digital acabou mesmo antes da visita ao monumento em memória das vítimas do bambardeamento, edificado perto do epicentro da explosão atómica, um momento alto da nossa visita à cidade que, por respeito, acho que mereceu não ser fotografado.
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