Depois de uma tarde inteira de condução em busca de onde ficar, eis que descobrimos um hostal de uns ex-freaks, agora à espara de rebento no noroeste da ilha. Como só chegámos já ao anoitecer fomos de imediato recebidos na longa mesa de jantar, repleta de gente e iguarias da terra cozinhadas por todos (ou compradas no super, como nós) e apresentádos à família num ritual que parecia ser habitual no estabelecimento.
Depois das introduções e do repasto, conversa pucha conversa e lá fomos todos para um mergulho nocturno na praia da esquerda (sim, aqui havia uma praia de cada lado do hostal, e qual delas a mais bonita) aonde a atenção se dividia entre o plancton luminescente e as estrelas cadentes que se deixavam ver no céu estrelado. A água, tépidazinha, mesmo como a gente gosta.
No dia seguinte aguardava-nos uma praia, cheia de buzios e caranguejos, um chão rochoso com peichinhos coloridos, algas e polvos minúsculos e uma total ausência de humanos o que nos permitiu desfructarmos dela tal como viemos ao mundo e onde a Beniko pode por em prática, para deleito dos meus olhos, o workshop de hula-hula que tinha tido na noite anterior, prenda de uma outra hóspede do Hostal.
A meio da tarde, depois das despedidas e das fotos, partimos, sem promessas de regresso pois não havia mais vagas para essa noite.


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